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Faltando dois dias para a Sexta-Feira Santa, preço do quiabo tem novo reajuste e pode ser encontrado por R$ 40

Itens como o quiabo e o bacalhau são essenciais na feira dos baianos devido a preparação dos pratos para o período da Semana Santa.

01/04/2026 16h01
Por: Redação Fonte: Acorda Cidade
Faltando dois dias para a Sexta-Feira Santa, preço do quiabo tem novo reajuste e pode ser encontrado por R$ 40

Com a chegada da Semana Santa, produtos tradicionais da Páscoa estão mais caros, como o quiabo, usado no caruru, e também os peixes, que fazem parte das refeições nesse período. O Centro de Abastecimento, em Feira de Santana, acompanhou esse aumento.

Quiabo

O reajuste drástico fez o saco do quiabo subir de R$ 150,00 para R$ 400,00, um aumento de aproximadamente 166,7%. Para os clientes, o valor do cento está saindo a R$ 40,00. Na última segunda-feira (30), o saco estava saindo por R$ 300, e o cento a R$ 30,00.

A vendedora Bárbara Cristina relatou que precisou juntar dinheiro para conseguir comprar a mercadoria com o novo preço, mas que a margem de lucro é apertada. “Se vender o cento a R$ 40, dá para ter lucro, mas, se vender por menos, não. Não tira de jeito nenhum”, explicou.

Bárbara também relatou que 15 unidades de quiabo, que antes custavam R$ 5, agora são vendidas por R$ 10.

Apesar do preço alto, o Centro de Abastecimento estava movimentado e, mesmo com o preço salgado, os clientes continuam comprando o quiabo, especialmente para preparar o caruru. “Se tem que fazer o caruru, como é que não leva?”, brincou a vendedora.

Bárbara Cristina ainda revelou um dos seus segredos para um bom caruru: adicionar o caldo do peixe e do frango ao preparo tradicional, com azeite, leite de coco e tempero verde.

Peixes

Para compor o prato, os peixes também não podem faltar. Por isso, o bacalhau é um dos itens mais procurados neste período.

 Alana Santos, vendedora no entreposto comercial, explicou que o quilo do bacalhau está saindo por R$ 72, sendo o item mais caro da sua banca.

Além do bacalhau, outros peixes também fazem sucesso, como o surubim, a R$ 47 o quilo, o pirarucu, por R$ 55, e o bagre, também por R$ 55.

De acordo com os vendedores, o movimento de compras se intensificou há cerca de uma semana, devido à tradição popular baiana de preparar os pratos para o período religioso.

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