O caruru de São Cosme e Damião agora é reconhecido como patrimônio imaterial da Bahia. A decisão foi tomada pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC) em votação unânime no dia 19 de setembro e será oficializada hoje, data dedicada aos santos gêmeos.
Essa tradição, tão presente na cultura baiana, mistura fé e gastronomia, sendo um símbolo do sincretismo religioso entre o catolicismo e o candomblé. O prato é preparado com ingredientes típicos, como quiabo cortado, camarão seco e azeite de dendê, e é oferecido primeiramente às crianças, em um gesto que remete ao "caruru de sete meninos." Somente após esse ritual é que os adultos podem saborear o prato.
Além da celebração, o caruru carrega consigo um ensinamento popular: a pessoa que encontrar um quiabo inteiro no prato se compromete a oferecer um caruru completo no ano seguinte. Essa tradição não apenas fortalece os laços comunitários, mas também alimenta o ciclo da fé e da cultura baiana.
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