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Cuidado com a esponja que fica na sua pia!

Especialista alerta que ela pode estar contaminada e ser um risco à saúde

27/08/2025 10h07
Por: Redação Fonte: Ascom Estácio
Foto: Divulgação/ Freepik
Foto: Divulgação/ Freepik

Com qual frequência você costuma trocar a esponja que usa para lavar as louças da casa?  Você usa essa mesma esponja para lavar a pia? Cuidado! De acordo com os especialistas, esse item tão comum nas cozinhas pode ser o item mais contaminado da casa, repleto de bactérias que podem causar até problemas graves de saúde.

O biomédico Karwhory Lins alerta que uma esponja pode conter mais bactérias do que o vaso sanitário de uma residência e o ideal é que a troca seja feita semanalmente.

“De fato, a esponja é o objeto mais contaminado em um lar e pode disseminar diversos micro-organismos que podem causar doenças como diarreia, náuseas, vômitos, pneumonia, tosse e febre, podendo agravar o quadro. Em casos mais graves, o indivíduo pode necessitar de hospitalização, internação e até desenvolver quadros como infecção generalizada, caso não receba o tratamento adequado”, esclarece o professor do curso de Biomedicina da Estácio.

Hora de trocar

Na casa da Vitória Lira, não há uma periodicidade definida para a troca da esponja e a substituição é feita com os primeiros sinais de desgaste.  "Um, dois meses eu não tenho esse tempo, esse período certinho. Eu troco de acordo com o desgaste.  passou da hora já, e aí eu troco”, explica a enfermeira.

A recomendação do especialista trocar a esponja semanalmente e fazer a sua limpeza diária. Essas medidas preventivas são cruciais para evitar a proliferação bacteriana e o desenvolvimento de doenças.  

“É importante destinar uma esponja para talheres, outra para superfícies ou outros utensílios, pois a carga microbiana em cada ambiente é diferente. A utilização de uma única esponja pode levar à contaminação cruzada. Essas medidas preventivas são cruciais para evitar a proliferação bacteriana e o desenvolvimento de doenças. São atitudes simples, mas que fazem toda a diferença na proteção da saúde da família”, finaliza Karwhory. 

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