Para garantir a ordem antes, durante e após o pleito, assegurando o cumprimento das leis e o exercício do voto, além de adotar de forma célere as medidas de polícia judiciária às eventuais ameaças e riscos no decorrer do processo eleitoral, a Polícia Civil conta com o emprego de 8.016 postos de trabalho.
Em eventos tipo “comício”, equipes de forma ostensiva e velada já iniciaram o serviço ordinário, nos 417 municípios baianos. “Estamos com plantão reforçado na capital, Região Metropolitana e interior, deslocamento das coordenações de apoio técnico e tático à investigação (Cattis/Depin) para áreas de maior atenção, além do trabalho de inteligência para mapear e investigar crimes eleitorais”, disse a Delegada-Geral, Heloísa Brito.
Para a divisão das equipes, foram realizados diagnósticos das zonas eleitorais, por meio das informações produzidas pela Assessoria de Inteligência e Segurança Institucional (Assegin/TRE-BA), dados do Instituto de Segurança Pública e Pesquisa Criminal (ISPE), com base na produtividade e prisões em flagrante nas eleições de 2020/2022, estudo do Departamento de Inteligência Policial (DIP) das disputas eleitorais anteriores e análise prospectiva dos municípios com maior probabilidade de acirramento, além de uma avaliação do Departamento de Polícia do Interior (Depin) da probabilidade de conflitos ou situações de crise.
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